“Não haverá saúde universal de qualidade sem trabalho médico decente.”
Em pronunciamento na Sessão Especial em homenagem ao Dia do Médico, realizada nesta quarta-feira (14), no Senado Federal, em Brasília, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Dr. Geraldo Ferreira, abordou a crise do trabalho médico e seus impactos na assistência à saúde.
O discurso destacou a precarização dos vínculos de trabalho, a redução da remuneração, a necessidade de carreiras médicas estruturadas e a importância de políticas que garantam condições dignas para o exercício da medicina.
Ampliar o acesso à saúde não pode significar tornar o trabalho médico mais barato, mas assegurar uma assistência de qualidade sem precarizar quem cuida da população.