Licitações na saúde: menor preço ao invés de qualidade, precarização e má assistência

Licitações na saúde: menor preço ao invés de qualidade, precarização e má assistência

Licitações na saúde: menor preço ao invés de qualidade, precarização e má assistência

O mantra ou o mito do menor preço transformam as licitações num jogo irrefletido pelo orçamento mais baixo. Tal jogo, apesar de aparentemente vantajoso para o serviço público pode sair mais caro, pois propostas sem viabilidade econômica resulta em descontinuidade dos serviços, necessidade de aditivos, baixa qualidade e segurança, precarização das relacões trabalhistas com os trabalhadores, atrasos de pagamentos a trabalhadores e fornecedores. A lei atual prevê importante sistemática para pré-qualificação, onde os licitantes precisam demonstrar habilitacão para executar os serviços ou obras. Nessa direçao vai a lei das inversões, aprovada na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, onde a qualificação técnica e de qualidade antecede o preço. É um caminho para ser seguido. No modelo atual de menor preço, empresas sem capacidade operacional, qualificação técnica e sequer corpo clínico têm vencido licitações, cujo resultado final é comprometimento do bem, da segurança e da continuidade do serviço.

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