No dia do médico, profissionais fazem ato público

18/10/2011

No dia do médico, profissionais fazem ato público

18/10/2011

Hoje pela manhã o Sinmed organizou, junto ao Sintest, uma grande manifestação pública contra o Projeto de Lei 2203/2011. O ato aconteceu em frente ao Hospital Onofre Lopes, com a participação dos médicos e o apoio da população que passava pelo local.

Em seguida os médicos foram em caminhada até a maternidade Januário Cicco, onde foi servido um café da manhã para os presentes.

O PL nº 2203/11 dispões sobre a Reestrutuação de Cargos, Planos de Cargos e Carreiras e suas estruturas remuneratórias, no âmbito da administração pública federal, contém propostas para uma série de categorias e afeta diretamente o setor da saúde pública.

O Projeto, além de reduzir os salários dos médicos federais pela metade, também reduz os valores pagos pelos adicionais de Periculosidade e Insalubridade. Hoje esses adicionais correspondem a 5% ou 10% do salário base, em média. Com a aprovação do PL o valor dos adicionais será fixo e o valor máximo pago será de R$ 260,00.

"Nós iniciamos agora um movimento no estado que deve começar a crescer no país. Vamos enfrentar o governo federal para fazer com que este PL 2203 não pratique contra o funcionalismo público e, particularmente, contra os médicos esta agressão e esta covardia de reduzir em 50% os valores dos nossos salários", discursou Dr. Geral Ferreira durante o ato público.

Dando continuidade ao movimento, os médicos se reunem às 8h da sexta-feira, 21/10, na sede da Associação Médica, com os representantes da bancada federal do Rio Grande do Norte. O objetivo do encontro é sensibilizar os parlamentares para apoiar a categoria, discutindo projetos de interesse nacional, como a Emenda 29, Carreira médica, CBHPM no SUS e o Projeto de Lei 2203.

Já no dia 25 de outubro acontece uma mobilização nacional em defesa da rede pública e contra as más condições de assistência e a baixa remuneração dos profissionais, oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS). No RN as entidades organizam uma paralisação de 24h do serviço, além de visita a unidades de saúde prestando esclarecimento aos profissionais e a população.

 

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