As lutas sindicais são diárias, de Vitórias e às vezes de reveses, que podem ser por vezes contratempos. Três notícias chegam para os médicos, duas ruins e uma boa. De ruim temos a execução dos recursos para cirurgias eletivas represadas, que alcançou apenas 16%. Não é de estranhar que as filas de espera por cirurgias eletivas cresçam. No piso salarial de médicos e dentistas, uma manobra liderada pelo senador Jacques Wagner impede a ida direta do projeto para a câmara, através de um recurso que pede a apreciação no plenário. De bom tivemos um recuo do ministro Gilmar Mendes que liberou para primeira e segunda instâncias o julgamento dos processos sobre pejotização. Agora cabe aos sindicatos partirem para o ataque contra essas empresas que contratam irregularmente, com burlas de naturezas trabalhista, fiscal e tributária.