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Uso do cigarro eletrônico é tema de live do Sinmed

17 maio 22

Uso do cigarro eletrônico é tema de live do Sinmed

 

No mês de combate ao tabagismo, o Sindicato dos Médicos do RN realiza palestra sobre o uso do cigarro eletrônico e seus malefícios, no auditório da entidade, com transmissão ao vivo através do Youtube.

A palestra será realizada no dia 26 de maio, às 19h, com a médica Suzianne Ruth Hosanah Lima, Presidente da Associação de Pneumologia e Cirurgia Torácica do Rio Grande do Norte. A transmissão pode ser acompanhada através do canal youtube.com/sinmedrn.

De acordo com Suzianne Lima, o cigarro eletrônico é hoje um novo inimigo da sociedade, causando inúmeros malefícios para saúde e que, apesar de proibida a comercialização, é facilmente encontrado nas lojas e com a variedade de mais de 80 tipos. “A nossa luta está em fazer com que as pessoas possam ter conhecimento dos riscos e o real malefício para as suas saúdes”, afirma.

 

Dia Nacional de Combate ao Fumo  (29 de agosto)

A data foi criada em 1986 pela Lei Federal nº 7.488 e tem como objetivo reforçar as ações nacionais de sensibilização e mobilização da população brasileira contra os danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco.

O tabagismo é considerado uma doença crônica causada pela dependência à droga nicotina presente nos produtos derivados do tabaco. É a maior causa evitável de doença e morte no mundo de acordo com a OMS. Anualmente, morrem mais de 8 milhões de pessoas, sendo que mais de 7 milhões dos óbitos são atribuíveis ao tabagismo ativo e 1,2 milhão ao tabagismo passivo. No Brasil, são estimadas cerca de 156 mil mortes anuais (428 mortes por dia) devido ao tabagismo.

Cigarro eletrônico

Em 2009, a Anvisa proibiu a importação, comercialização e propaganda dos dispositivos eletrônicos para fumar, que além dos cigarros incluem os produtos de tabaco aquecido. Atualmente Anvisa  está coletando informações técnicas para avaliar a liberação ou permanência da proibição da comercialização do cigarro eletrônico no Brasil.

Os dispositivos têm tecnologia simples. Uma bateria permite esquentar o líquido que, em geral, é uma mistura de água, aromatizante alimentar, nicotina, propilenoglicol e glicerina vegetal.

O cigarro eletrônico tem toxicidade aumentada em relação ao cigarro convencional, por causa da forma de produção do aerossol.

 

 

Fonte: Sinmed RN com informações da Associação Médica Brasileira