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Aprovado o estatuto da Confederação Nacional dos Médicos e eleita a primeira diretoria 

17 fev 17

Aprovado o estatuto da Confederação Nacional dos Médicos e eleita a primeira diretoria 

O Conselho de Representantes da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) reuniu-se na sede da instituição, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (16), para a aprovação do estatuto da Confederação Nacional dos Médicos (CNM). O objetivo é fortalecer e defender os direitos dos médicos de todo o país.
 
Uma confederação é o topo da representação sindical de uma categoria. A partir de hoje, a CNM representa em todo território nacional, os interesses de suas filiadas, ou seja, dos mais de 400 mil médicos, quer sejam estes autônomos, trabalhadores da iniciativa privada ou ocupantes de cargos ou empregos privativos de médicos na administração pública em geral.
 
O presidente da FENAM, Otto Baptista, destacou a importância da CNM. “É um momento histórico. Todos nós lutamos pela classe médica brasileira, e agora mais ainda. Teremos uma Confederação ativa, participativa, democrática, com espaço para o debate de pautas”.  Otto ressaltou ainda que a categoria estará ainda mais fortalecida. “Teremos uma representação que tem o respaldo jurídico para ir ao debate discutir ações judiciais”, disse.
 
Para o secretário de Finanças da FENAM, Geraldo Ferreira Filho, a CNM coloca o movimento médico num novo patamar. “Os interesses da categoria terão todos os níveis do movimento sindical devotados às lutas, aos desafios e às aspirações dos médicos Brasileiros. Ela será a representação máxima da representação e da defesa da categoria”, declarou.
 
Segundo a Diretora de Comunicação da FENAM, Dr. Lúcia Maria Sousa, o dia de hoje foi um marco histórico. “Agora teremos um reforço para uma maior negociações junto ao governo federal”, lembrou.
 
O presidente do Sindicato de Governador Valadares, Adhemar Figueiredo Neto, destacou que “além de uma representação direta junto à esfera federal, também teremos possibilidade de atenção nas entidades internacionais”.
 
Para o diretor de assuntos jurídicos, Eglif de Negreiros Filho, a CNM é de extrema importância. “Tendo em vista que a sua criação irá proporcionar a ocupação de espaços que muitas vezes não são atendidos pelos sindicatos e a FENAM”.
 
Jorge Darze, Secretário de Comunicação da FENAM e presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed-RJ), considera a criação da CNM um fato histórico da maior importância para o movimento médico. “Essa entidade além de ser nacional, está acima da FENAM, e portanto vai se constituir em um importante instrumento da luta dos médicos. Não só no Brasil, mas também no cenário internacional. A partir de agora os médicos passam a ter uma Confederação só deles e não mais envolvendo outras categorias profissionais”, disse.
 
Na ocasião, também foram escolhidos os dirigentes para os próximos anos. A Confederação será administrada por uma Diretoria Efetiva composta de 7 membros titulares e seus diretores adjuntos, que terão um mandato de cinco anos, e será assim constituída:
 
Presidente: Dr. Geraldo Ferreira Filho
 
Vice-Presidente: Dr. Otto Fernando Baptista
 
Diretor Administrativo: Dr. Marcos Gutemberg Fialho da Costa
 
Diretor de Finanças: Dr. Jorge Sale Darze
 
Diretor de Formação Profissional, Saúde Pública e Suplementar: Dr.Leonardo Mariano Reis
 
Diretor de Assuntos Jurídicos: Dr. Márcio Costa Bichara
 
Diretor de Comunicação: Dr. Lúcia Maria de Sousa Aguiar dos Santos
 
Diretor Administrativo Adjunto: Dr. Marlonei Silveira dos Santos
 
Diretor de Assuntos Jurídicos Adjunto: Dr. Eglif de Negreiros Filho
 
Diretor de Comunicação Adjunto: Adhemar Dias de Figueiredo Neto
 
Diretor de Finanças Adjunto: Carlos Fernando da Silva
 
 
Entenda
 
Uma confederação tem mais autonomia para representar e defender judicial e extrajudicialmente, perante as autoridades judiciárias e administrativas, os direitos e interesses individuais e coletivos das Federações filiadas e, por delegação destas, dos profissionais a ela vinculados.

Fonte: FENAM